Programa incentiva pequenos agricultores a gerarem energia eólica e solar. Acordo insere equipamentos de geração no programa Mais Alimentos; Produtores terão crédito diferenciado
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Concessionária de energia mudou a forma de cobrança e sobrou para o bolso do consumidor. A população do Amapá está revoltada porque as contas de luz subiram até 300% de uma hora para outra. A concessionária de energia mudou a forma de cobrança e sobrou para o bolso do consumidor.

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Os aumentos na conta de luz vão começar a pesar a partir de março de 2016. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) propôs que as distribuidoras repassem aumentos de 19,97% para os consumidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e de 3,89% para os estados do Norte e do Nordeste.

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Enquanto os líderes mundiais faziam os discursos de abertura, Bill Gates anunciou um fundo milionário para as energias limpas e o primeiro-ministro indiano apresentou a Aliança Internacional Solar.
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Mesmo que não saia esse aumento de uma vez, nos dá a vislumbre de quanto tem acumulado para os próximos anos. Para Meirelles, a capacidade das UHEs foi mantida, mas o preço da energia ficará 250% mais caro a partir de 2015.

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A Aneel aprovou a revisão da resolução 482/2012, que permite aos brasileiros gerarem sua própria energia. Entre as mudanças está o estabelecimento de novas formas de geração distribuída.

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Imagine dirigir um carro elétrico que se “autorrecarrega” por meio do seu próprio movimento em uma estrada. Parece tecnologia do futuro, né? Mas, isso não está tão longe de acontecer, pelo menos, na Inglaterra.

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ANEEL amplia possibilidades para micro e minigeração distribuída

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta terça-feira (24/11), aprimoramentos na Resolução Normativa nº 482/2012 que criou o Sistema de Compensação de Energia Elétrica, permitindo que o consumidor instale pequenos geradores (tais como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, entre outros) em sua unidade consumidora e troque energia com a distribuidora local com objetivo de reduzir o valor da sua fatura de energia elétrica.

 

Segundo as novas regras, que começam a valer a partir de 1º de março de 2016, será permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses, sendo que eles podem também ser usados para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos foi denominado “autoconsumo remoto”.

Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

A ANEEL criou ainda a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem uma micro ou minigeração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a ANEEL estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor.  O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.

A Agência acompanhará de perto a implantação das novas regras do Sistema de Compensação e prevê que até 2024 cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras passem a produzir sua própria energia, totalizando 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.

Desde a publicação da Resolução em 2012 até outubro deste ano, já foram instaladas 1.285 centrais geradoras, sendo 1.233 (96%) com a fonte solar fotovoltaica, 31 eólicas, 13 híbridas (solar/eólica), 6 movidas a biogás, 1 a biomassa e 1 hidráulica.  (DV/DB)

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A primeira ciclovia solar do mundo está localizada em Amsterdã, na Holanda. Um ano após ser finalizada, a estrutura, construída através de financiamento coletivo, se mostrou mais eficiente do que era estimado nos testes laboratoriais.

Conforme informado pelos responsáveis pela estrutura, em entrevista ao site Fast Co. Exist, a cada metro quadrado de ciclovia solar é possível gerar 70 quilowatts/hora, o suficiente para abastecer três casas. Os bons resultados mostram que o investimento é viável e a expectativa é de que ele se pague em 15 anos.

O grande diferencial deste projeto é a forma como as placas fotovoltaicas foram instaladas. Não se trata de uma cobertura, mas sim um pavimento criado especialmente para absorver a energia do sol e transformá-la em eletricidade. A ideia é expandir este modelo para outras pistas e estradas. “Se nós pudermos adicionalmente incorporar células fotovoltaicas nos pavimentos das estradas, então uma área muito mais passaria a ser produtiva, colaborando para a descentralização da geração de energia solar sem que seja necessário espaços extras”, esclareceu Sten de Wit, representante da SolaRoad.

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A energia produzida a partir da pavimentação pode ser usada para abastecer veículos elétricos, alimentar estações de atendimento e iluminação ou ser simplesmente destinada às redes de transmissão de eletricidade.

Em termos de uso, Wit garante que o sistema não deixa a desejar em relação às ciclovias tradicionais. Segundo ele, muitos dos usuários que não sabem da função extra da pista, nem conseguem notar diferença. “Isso é exatamente o que nós queremos alcançar: estradas que cumprem suas funções originais, enquanto geram energia solar”, finalizou o empreendedor.

Fonte: Ciclo Vivo

http://www.ecoguia.net/noticias/1a-ciclovia-solar-do-mundo-ja-produz-mais-energia-do-que-o-esperado/

Já podemos sorrir, em primeira mão, nosso estado passa a isentar o ICMS do uso de energia fotovoltaica.
Essa lei incentiva o uso de energia solar que além de uma independência energética você contribui para um sistema sustentável e gera uma energia limpa.

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O setor de energia solar fotovoltaica é um dos que mais cresce no Brasil, porém com muitos problemas em encontrar mão de obra qualificada para desenvolver projetos e instalar equipamentos, a Energia Solar é um setor energético com grande potencial e expansão, mas o segmento diversas vezes se mostra escasso de profissionais altamente qualificados e capacitados.

Nos últimos anos o setor de energia solar obteve muitos investimentos de empresas nacionais e internacionais, o Brasil desperta atenção mundial neste setor pela questão climática favorável e regiões propícias para a instalação dos equipamentos e sistemas fotovoltaicos e térmicos.

Por ser uma energia limpa e inesgotável gera eletricidade mesmo em dias nublados, ou seja, tem grande eficiência de sustentabilidade no processo de renováveis.

O cenário atual esta em expansão, mas para conseguir atingir metas e objetivos contundentes, os profissionais da área devem atentar-se as inovações e particularidades que este segmento apresenta, se manter atualizado e procurar cursos qualificados para o crescimento profissional, podendo contribuir para este avanço no setor solar do Brasil.

O profissional deve atentar-se a demanda que o segmento solar oferece e promover a capacitação e expansão de seus horizontes em prol ao desenvolvimento sustentável, focando nas melhorias do setor energético renovável de nosso país.

A oferta de energia renovável em oito grandes economias do mundo vai mais do que dobrar até 2030 devido a novos planos dos países para o setor e para as emissões de carbono, segundo o centro de estudos World Resources Institute (WRI).

O suprimento de energia limpa em 8 dos 10 maiores emissores de gases de efeito estufa do mundo –Brasil, China, União Europeia, Índia, Indonésia, Japão, México e Estados Unidos– vai subir para 20 mil terawatts-hora (TWh), ante 9 mil TWh em 2009, uma alta que equivale à atual demanda por energia da Índia.
A energia renovável vem de recursos naturais que são naturalmente reabastecidos, como sol, vento, chuva, marés e energia geotérmica.
“Essas novas metas para energias renováveis enviam fortes sinais para os mercados de energia e investidores”, disse a diretora global de programas climáticos da WRI, Jennifer Morgan.

“Considerando também o acordo climático em Paris, é claro que as energias renováveis estão prontas para avançar nos próximos 15 anos, levando eletricidade limpa e acessível a milhões de pessoas ao redor do mundo”, disse.

As oito economias citadas estão entre as muitas que anunciaram nos últimos 12 meses novas metas para energias renováveis antes da Conferência das Nações Unidas para o clima que acontece em Paris entre 30 de novembro e 11 de dezembro, com o objetivo de conter o aquecimento global a partir de 2020.
Canadá e Rússia, que também estão entre os 10 maiores emissores de carbono, não entraram no estudo por ainda não terem anunciado metas climáticas para depois de 2020.

A 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21) tem a perspectiva de assinatura do maior acordo climático do mundo. O Protocolo de Paris vai substituir o Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em fevereiro deste ano. O Protocolo de Paris envolverá mais de 190 países que fazem parte da Convenção do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), ao contrário do acordo anterior, que englobava menos de 40 países desenvolvidos.

Fonte:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/11/energia-renovavel-devera-dobrar-em-grandes-economias-ate-2030.html